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Com a ambiciosa meta de liberar R$ 1 bilhão em financiamentos em 2010, a Agência de Fomento do Estado aposta em parcerias com entidades e associações de classe ligadas aos arranjos produtivos locais para difundir sua rede de ação no interior e ampliar a carteira de clientes, alcançado pequenos e médios empresários.
É o que revela o diretor-presidente do chamado ‘BNDES’ paulista, Milton Luiz de Melo Santos. Em entrevista exclusiva à Associação Paulista de Jornais (APJ), ele detalha os planos da Nossa Caixa Desenvolvimento para estimular o crédito com a finalidade de promover investimentos em expansão da produção.
“Quando a agência de fomento passa a ser conhecida no mercado, e São Paulo tem mais de um terço do Produto Interno Bruto brasileiro, nossa expectativa é que consigamos atingir a casa de R$ 1 bilhão em financiamentos até dezembro. Estamos nos equipando, aparelhando”, afirma.
Para o dirigente, o desafio da agência, concebida no pico da crise econômica mundial, é dar capilaridade aos negócios da agência em todo o Estado, já que em termos físicos, não há instalações pelo interior.
“Como não temos agência bancária, é preciso que o nosso parceiro, que é a entidade de classe, tenha um esforço maior na divulgação das nossas linhas e na recepção dos pedidos de financiamento. E é neste trabalho que estamos investindo forte.”
Ele aposta nas taxas de juros (8% ao ano) que considera ‘atrativas’ para tornar a Nossa Caixa Desenvolvimento uma ferramenta de impulso à atividade econômica no Estado.
“É uma taxa convidativa, considerando as opções do mercado doméstico, nacional. Além disso, nossa taxa de financiamento para capital de giro é uma das mais baratas do mercado, de 0,96% ao mês.”
Jornal da Cidade |
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